Referências não bibliográficas.

Incrível como uma coisinha " a toa" pode mudar tanto. Um pequeno problema eu passo agora: simplesmente não consigo estudar. No básico é o que me aflige no momento. Grandes coisa, ? Mas aí indago o porquê de eu não conseguir estudar, e a conclusão que cheguei foi a de que perdi meu referencial.
Quem me conhece [mesmo] desde pequena sabe que nunca fui de estudar, apenas tive a sorte de contar com inteligência suficiente pra me dar bem nas provas da escola [e por algum milagre, no vestibular]. Mas nunca fui de parar e estudar. Quando comecei minha primeira faculdade [e nos 3 primeiros períodos foi bem assim] se eu estudava de verdade pra duas provas era muito. A coisa ia meio que por osmose, logo não precisava estudar. Mas quando comecei a segunda faculdade a empolgação me fez ser bem estudiosa em história, e até um pouco na faculdade de letras que eu já fazia, embora que em escala menor.
Empolgação passa, e adotei um refencial, um exemplo a seguir. E funcionou razoavelmente bem. Mas tudo um dia passa, e tive de abandonar o referencial que havia adotado por motivos que vão desde birra até minha sanidade mental, mas aqui não cabe dizer.
Um referencial faz muita falta. Imagine uma pessoa sem referencial em sua vida. Uma família sem um referencial para se guiar. Uma sociedade que abandona referenciais alegando querer liberdade. Acho meio caótico. Se a falta de referencial em um ponto mínimo da minha vida já me deixa enrolada, imagina dezenas de pessoas sem referencial algum. Ou o que pode ser mais perigoso, que inverte referenciais em prol de "liberdade". Uma liberdade que tira muitas vidas... Inocentes ou não, mas que ainda assim são vidas. Sei lá, as vezes acho melhor não dar muitas asas às minhas divagações. Logo me jogam no limbo, taxada de radical-extremista-retrógrada-autista.
Bom, voltemos aos estudos! [Assim espero, rs]

sábado, 4 de junho de 2011

Coisas mudam

Estranho como as vezes relutamos em ver as coisas como são. Tudo parece perfeito demais para querermos ver de outra maneira. Aí, de repente, algo acontece, e você se vê obrigado a mudar de perspectiva. Por mais que se relute no começo, as vezes mudar o ponto de vista ajuda muito. Não é uma solução, muitas vezes, mas é uma espécie de melhora rápida e milagrosa.

Ainda estou meio perdida, e não sei bem onde estou, mas eu sei que algo mudou.

sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

5 minutos.

Enquanto a água para o café não ferve, decidi aparecer aqui. Pra variar, só decido escrever quando não tenho tempo. Hoje é um desses dias. Mas ter ou não tempo é uma coisa relativa, varia, e muitas vezes tem-se mais tempo para o que não se quer, do que para o que realmente se quer. Passo muito tempo sozinha, e percebo que não sei administrar o tempo que tenho, embora eu sempre arrume tempo para coisas/pessoas que quero, a custo de me 'esfolar' depois para recuperar o tempo que deveria ser de outra coisa. Tempo é uma coisa que me deixa estarrecida algumas vezes... Queria entender por quê falta. As vezes tudo o que se precisa são de 5 minutinhos, mas esses 5 minutos não existem. Isso cansa. Cansaço vai muito além do simples corpo físico. Ando cansada de muita coisa, e as vezes não sei como reverter situações. Aprendi a calar, a ser menos notada e a não interferir... difícil ir contra isso depois de institucionalizado. As vezes quando estou cabisbaixa e alguém pergunta o que houve respondo com um simples 'cansaço'. Não é mentira, mas não denota o que realmente é. Sei lá, as vezes acho que tudo o que falo é meio sem sentido, ou não tão grande quanto imagino... mas ainda não sei como desfazer. Uma hora vai.
Agora vou lá que meu café me espera. Servido?

quarta-feira, 4 de agosto de 2010

Falar é uma coisa tão estranha... Acho que até hoje não aprendi a fazer isso de maneira eficiente. A comunicação é baseada em 'enunciador', 'receptor' e a ''mensagem'... as vezes falho miseravelmente nisso, mas deixemos os esquemas da Linguística de lado. Falar é uma coisa estranha... Sei lá... é como diz uma música do Lulu Santos que estou ouvindo agora "tem certas coisas que não sei dizer", o que no meu caso, são muitas coisas.
Falar é uma coisa estranha... assusta. É, tenho certo medo de falar. Vejo tanta gente martirizada pelo que fala que tenho medo de acontecer o mesmo... ou então de não ser escutado, por ser irrelevante a todos. Sei lá, mas as vezes parece que nada do que eu falo interessa às pessoas.
Falar é uma coisa estranha... as vezes sem intenção se magoa ou se fala a maior asneira. Muitas coisas ditas sem intenção são motivos para crucificações.
Falar é uma coisa estranhíssima... mas acho que está na hora de eu parar um pouco com o silêncio e começar a soltar algum ruído... aprender a falar.

terça-feira, 25 de maio de 2010

Acho que já escrevi sobre medo... mas vou escrever de novo. O medo é uma coisa muito interessante. Neste momento mesmo estou com medo de um professor, medo de não estudar com ele, medo de estudar com outro professor, fora outros medos mais pessoais. É incrível de que forma o medo afeta. Também to com medo da vacina H1N1. O medo paralisa legal. É interessante como ele guia, como ele cala e como ele faz agir. Não que medo seja ruim, não enfrentar o medo é que não é bom. Mas e quando há medo de enfrentar o medo?
Eu tenho problemas sérios! Alguém sabe onde posso tomar uma vacina de coragem antes da de H1N1??
rsrs

sábado, 17 de abril de 2010