Professor pobre e cientista rico.

"Professor pobre é pleonasmo¹,
Cientista rico é paradoxo²."

Todos riram numa turma de Licenciatura em Letras quando a professora disse isso em sala, sabem que é a verdade. "Melhor rir pra não chorar". Pra que valorizar a educação e a ciência no País do Futebol??

1- Pleonasmo: repetição de um termo, ou reforço de seu significado.
2- Paradoxo: proposição aparentemente absurda, resultante da união de idéias contraditórias.

(PASCHOALIN, Maria Aparecida. SPADOTO, Neuza Terezinha. Minigramática. São Paulo: FTD, 1997.)

sábado, 30 de agosto de 2008

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Realmente é muito difícil de se entender a mente humana. Pessoas pisam, mentem, enganam, trapaceiam, magoam. A troco de que? Nada! Apenas se acharem as maiorais de seus mundinhos. Mundos de perversão, afirma convictamente.

Enquanto algumas pessoas pisam a troco de nada, humilham e são soberbas e ignorantes gratuitamente, outras aceitam isso, com uma certa e grande revolta, mas aceitam. São benevolentes demais, preferem agir assim em busca de uma paz que talvez nunca exista. Pobres sonhadoras. Será que elas não vêem o mundo como é?

Talvéz ate o vejam sim, mas sua busca por uma utopia inatingível as faz tentar não ser reciprocas a esse mundo de maldades e falsidades que a cercam. Mesmo que isso as machuque, e muito, em silêncio. Pobres dessas pessoas. Tenho pena delas, sofrem por ideais ou filosofias de vida arbitrários à lei vigente.

Será que um dia elas serão reconhecidas? Será que seus esforços não serão em vão? Será que seu sonho é possível? Um dia quem sabe. Por hora lhes resta viver a vida, como esta lhes é imposta. uma vida onde o malévolo sempre vence, e isso me deixa indignada.

segunda-feira, 25 de agosto de 2008

I-da-des

A idade é algo muito relativo para as pessoas.
Acham-se novos.
Acham-se velhos.
Acham-se infantis.
Acham-se maduros.
Acham-se inseguros.
Acham-se prontos.

É estranho, conheço pessoas que aparentam mais do que tem, outras que aparentam menos. Aos 17, achavam que eu tinha 15. Alguns acham que sou mais nova que minha irmã dois anos mais nova que eu.
Muitas vezes não me sinto com a idade que tenho, as vezes acho que tenho menos.
Não vejo as pessoas com a idade que tem, as vezes as vejo com mais.
Agora estou achando que o que realmente importa não é a idade que se tem, mas sim a idade que você se considera. Minha avó tem 81, mas muitas vezes parece bem mais nova que qualquer garotinha de 20 anos.
Vinte... Daqui a pouco estou lá. Pensar nesse número me induz à uma palavra: velha. Velha porque? Porque terei 20. Mesmo pensamento que me ocoreu quando fiz meus 19.
A coisa mais importante? Posso até ter 19, mas acho que ainda sou aquela criança que corria por aí e subia em árvores!

domingo, 24 de agosto de 2008

Indo pela conversa.

Rapaz, impressionante como uma conversa nos mostra coisas.
Conversando se vai muito alem do simples conhecer superficial, conhece-se muito sobre idéias, ideais e atitudes.
Com uma conversinha se quebram esteriótipos e preconceitos.
Assim, jogo rápido, em pé mesmo, alí como quem não quer nada.
Assim surgem grandes ideais.
Assim se vê quem realmente as pessoas são.

quinta-feira, 21 de agosto de 2008

Criatividade há 1000!!

Isso mesmo, a criatividade há uns 1000 km de distancia de mim!
Putz, esses últimos dias tem sido assim: vazios.
Não me aparece um nada na cabeça pra escrever, um nada pra fazer, um nada de nada...
Nem esse post é criativo!
Plagiei a idéia.
Nooossa, a coisa ta feia mesmo.
Talvez coisa demais pra se pensar.
Aí gente, se alguém tiver sobrando, pode me emprestar um pouco de criatividade?

terça-feira, 19 de agosto de 2008

Computador

Mas não é que é! rs

quinta-feira, 14 de agosto de 2008

O Beco

Poema do Beco
Que importa a paisagem, a Glória, a baía, a linha do horizonte?
— O que eu vejo é o beco
Manuel Bandeira
Uma visão limitada;
Uma força alienadora;
Pensamentos reprimidos;
Mentes manipuladas;
Falta de liberdade;
Cegueira à realidade.
Assim eu vejo o Beco. E você?

quarta-feira, 13 de agosto de 2008

Amizade.

Num dia de Fevereiro de 2001 duas meninas iniciaram a 7ª série, numa escola nova pra ambas. Escola que trazia certas expectativas pra ambas. O novo: novas pessoas, novos professores, novos colegas. A primeira delas chegou cedo pra sua aula, veio trazia pelo pai, e ao chegar na sala, talvez por sua timidez, deu uma profunda olhada a sua volta e se afundou na cadeira, escondendo seu rosto por entre os braços cruzados na mesa e seu cabelo comprido com franja. Sua franja lhe permitia espreitar quem passasse sem que as pessoas percebessem isso. Ela viu algumas pessoas passando, pessoas que seriam seus colegas de classe, mas por ser tão retraída, nesse primeiro dia ela preferia sentar-se só. Nas escolas quem é diferente da maioria costuma ser alvo de piadas, e ela por ser muito magra e alta pra sua idade algumas vezes era, por isso talvez um certo receio de seus novos colegas.

Eis que ela chega, uma menina um pouco mais baixa que ela, longos cabelos sorriso simpático senta a seu lado e decide puxar conversa. As suas se tornaram inseparáveis na escola, sempre juntas. Nem o período de férias escolares sem se falar esfriou a amizade. Assim se passou a 7ª e a 8ª chegou. Uma delas pensou em tentar a carreira militar, a outra teve medo de perder a amiga. Fim do ano de 2002 e a decisão: ambas fariam normal, juntas!

E o normal e inicia. Alguns colegas iguais outros novos. Professores inesquecíveis e outros indiferentes na nossa formação. Seminários brilhantes, trabalhos difíceis, estágios intermináveis e relatórios e mais relatórios. Camisa branca, saia de tergal pregueada, meia 3/4, estrela, lenço em forma de nó e broche da escola [este último só no 4º ano, rs]. Quatro anos assim, mas é claro que o 4º e último foi o mais difícil: vestibulares, carga horária maior nos estágios, mais e mais seminários, formatura e, ele, o medo do fim. Eram 5 anos juntas, tempo demais pra se acabar assim com uma formatura. Mas em fim a formatura chegou, e com ela a despedida. Não, não nossa despedida, mas da escola que nos juntou.

Veio 2007 e mesmo não se falando tanto como de costume elas procuravam se falar quando podiam (de vez em nunca! rs), mas isso não esfriou a amizade. Agora 2008 segue da mesma forma. As vezes nem parece que moramos a 20 minutos de ônibus uma da outra, como ela diz, mas a grande amizade é maior que nossos horários e afazeres tão diferentes e instáveis. Mas isso tudo me serviu pra uma coisa, saber que uma grande amizade não pode ser atrapalhada por objetivos e metas diferentes.

A amizade existe na diversidade, alegria, sofrimento, dúvida, distância, incerteza, nos dias de sol e de chuva, ou naqueles em que não se tem nada a fazer a não ser andar sem rumo em um por-do-sol. Isso que vi nesses 7 anos.

Acho que tudo isso é uma forma de eu dizer Feliz Dia do Amigo meio atrasado, mas a intenção que vale! rs

Então...



Nath, Feliz Dia do Amigo!

terça-feira, 12 de agosto de 2008

Errar?

Errar não é humano!*
(*Depende de quem erra.)

sexta-feira, 8 de agosto de 2008

Estamos todos na caverna de Platão

"Estamos todos na caverna de Platão."


Essa foi a seguinte frase que ouvi hoje na aula. O Mito da Caverna, de Platão, sempre se mostra muito atual e pertinente. Concordo com o que foi dito por minha colega de classe [que não conheço, rs], estamos todos nessa caverna, ou estivemos lá. Sair dela pode não ser fácil, mas não é impossível.

Uns se dão por satisfeitos com o lugar onde estão.

Outros até tentam sair, mas desistem no meio do caminho.

Tem os que estão a beira de sair da caverna, mas optam por não ir além do que foram.

E, finalmente, há os que saem da caverna e vêem o mundo que existe além.

Infelizmente não é a maioria que sai da caverna. Os que preferem ficar à beira da saída estão em quantidade maior do que os que saem, e por alí já estarem já se acham com suficiente conhecimento sobre tudo, o suficiente para questionar os que fora estão questionamentos sem relevância ou insuficientemente fundados. Os que ficam pela metade do caminho se acham muito sábios, por já terem saído do fundo da caverna, embora nunca tenham visto a luz fora dela. Por sua vez, os que nunca saíram do fundo da caverna se acham sábios, afinal a caverna é o lugar deles e tentar sair dela é loucura.



Vemos isso a todo instante por onde vamos. Seja como for, rumar para fora da caverna deve ser nossa meta, sem nunca esquecer-se de até Sócrates reconhecia sua ignorância com uma de suas frases mais conhecidas: "Sei que nada Sei".



quarta-feira, 6 de agosto de 2008

Agosto!

Um novo mês! mais um mês.
"Agosto mês do desgosto", Não concordo!
Esse Agosto vem pra mim com muita expectativa. Como esperei por ele. Vem coisa nova com ele, e tudo o que é novo reluz a nossos olhos.
Tem um certo brilho, um certo charme, um certo encanto.
O novo nos atrai. Esse Agosto é novo pra mim.
Esse novo traz aquele sentimento de tudo será bom, tudo será legal, o dia finalmente chegou.
O novo muitas vezes tem esse poder sobre nós.
O novo nos envolve, e por vezes só conseguimos pensar nele.
O novo, por vezes, traz aquele sorriso repentino.
O novo é aquilo que muitas vezes traz a esperança de volta.
Viva o novo!

sexta-feira, 1 de agosto de 2008