O último de 2009

Para variar não escrevo mais aqui... Para variar deveria estar estudando, mas não estou... Para variar ...

Deveras abandonei aqui, pois não acho que muito do que tenho a dizer valha a pena ser ouvido pelos outros, apesar de aqui ser um local quase que de exclusivo acesso meu, rs.

Ainda acho as pessoas estranhas e difíceis de serem compreendidas. Hora elas estão felizes e alegre, hora estão culpando a outros por escolhas suas... hora parece que o mundo é uma maravilha, hora tudo é indiferente. Alguns as vezes estão ao teu lado, embora a sensação que se tem é que a pessoa está a quilômetros de distância... Outros estão ao alcance apenas das lembranças [e telefonemas, rs], no entanto parecem estar contigo sempre.

Acho que a essa altura do campeonato já não quero mais é entender nada... Chega uma hora que cansa. Para mim parece estar perto.

A gente cansa de ser legal, de ser bonzinho, de ser amigo, de estar sempre alí quando alguém precisa... Mas nem sempre a pessoa pela qual sempre nos dedicamos alí está para retribuir. Parece, algumas vezes, um esforço em vão. Uma das coisas que as pessoas mais me questionam [e que eu me questiono as vezes também] é minha eterna prestatividade e vontade de ajudar, muitas vezes me deixando para depois. Certa vez li numa fábula de La Fontaine que "fazer o bem está certo, mas sempre com um facão por perto", mas nunca lembro de andar com o bendito facão.

Final do ano é sempre uma época de reflexão. Muita coisa me aconteceu neste ano... muitas além do que eu esperava e queria. Mas surpresas agradáveis também me apareceram. Uma coisa agridoce eu diria por vezes. Bom, um novo ciclo vai se iniciar e aprender com o que passou é o que todo mundo faz... ou pelo menos tenta fazer. Por mais que aprendamos com as situações, colocar em prática é outra coisa.

Sei lá o que me espera, sei lá o que farei, sei lá o que vai mudar... só espero conseguir me virar bem, rs.



Se alguém aparecer por aqui... Feliz 2010!

terça-feira, 29 de dezembro de 2009

Sumi daqui, admito. Mas as vezes a gente cansa das coisas... e além de cansar do ócio e da ocupação, cansei também de escrever. Não prometo um grande e genial texto, até por que, esse tipo de texto nunca está por aqui, mas o que me faz voltar é a frase do blog de uma amiga:
"A vida se move a partir de nossas escolhas, nossos impulsos e decisões, sejam estes bons ou não, certos ou fracos, pouco importa, pois, de qualquer forma são eles que nos movem."

Benditas ou Malditas escolhas. As vezes escolhemos aquelas que mais nos chamam, mas nem sempre são as que nos fazem melhor. As vezes aquelas que seriam excelentes não nos satisfazem, e as que nos satisfazem, não são boas o bastante. As escolhas nos movem. os questionamentos também. Pra onde e como nos movem, já é outra história.

sexta-feira, 25 de setembro de 2009

Tempos Modernos

Há mais ou menos um ano e três meses fiz meu primeiro poste neste blog falando sobre uma menininha que encontrei no trem e que mexeu um pouco comigo. Esses dias um menininho, numa estação de trem, se divertia vendo as pessoas passando pela catraca com o cartão da passagem. Ele olhava aquilo como se fosse mágica para ele, embora ninguém ali prestasse atenção nele, o que não impedia sua felicidade. No mesmo dia encontrei no tem um rapaz (não sei se maluco, drogado, ou os dois) que falava com todos a sua volta, inclusive eu, sobre as barbaridades da sociedade que nos cerca, mais uma vez sem receber muita atenção.
Um amigo estava a comentar comigo que vivemos num mundo onde o contato com pessoas estranhas nos assusta. Pessoas estranhas são uma fonte de perigo, quanto mais longe delas melhor, quanto mais isolados melhor... Será? Não sei, mas talvez muito tenha de verdade nisso, e certamente muito se perde com isso também. A gente vai vivendo, e vivendo em redomas criadas por nós mesmos. Deixamos uns poucos se aproximarem, poucos estes que mais a frente serão selecionados entre os que continuaram perto de nós e os que serão esquecido com o passar dos anos.
Não se para mais na rua e puxa-se assunto com alguém. Aliás isso é algo muito difícil hoje, e quando ocorre sempre há desconfiança e medo por um dos dois lados. Esses dias estava a ler na calçada de casa quando um velhinho parou e puxou assunto comigo. Moro numa rua tranqüila, e é um bom passa-tempo para dos dias frios ler ao sol na calçada de casa. Lia o Pequeno Príncipe, livro que trouxe o velhinho a falar comigo. Falou sobre o autor, sobre a historia, sobre os vários livros que possuía, e inclusive chegou a me oferecer alguns, pois ele já não tinha mais família. Apesar da simpatia do senhor, apenas acenava com a cabeça e o respondia com frases de no máximo cinco palavras. Não nego que ele me assustou e a alguns vizinhos, que observavam a conversa de longe preocupados com aquele senhor parado em frente de minha casa, mas vivemos num tempo em que desconfiamos até da sombra.
É estranho viver num mundo onde se é preciso ter medo de tudo e todos para se assegurar a própria existência. Não há mais calor humano nas relações com os outros. As vezes somos tão distantes a ponto de nem mesmo conhecermos nossos próprios vizinhos (admito, passo tanto tempo fora de casa que já não conheço mais do que cinco vizinhos numa rua onde antes todos eu conhecia).
O distanciamento é cada vez maior, sempre. Não se perde mais tempo, como diz a Raposa do Pequeno Príncipe, cativando a ninguém. Espera-se apenas encontrar nas pessoas amigos prontos, pois criar amigos dá muito trabalho. Cativar é um trabalho duro, e requer dedicação e tempo, coisas que ninguém mais quer desperdiçar com os outros. E nisso as relações prosseguem cada vez mais frias, distantes, e cada vez menos sólidas. Vai ver esse é o nosso destino, se isolar cada vez mais, mantendo apenas o contato estritamente necessário, e vivendo apenas para si... E por si.

quarta-feira, 15 de julho de 2009

O tempo...

Hoje, viver correndo de um lado para o outro é mais do que normal. Não deveria ser. Corre-se para o trabalho, a faculdade, a casa, a festa... corre-se para tudo. Aproveitar o belo que reside na vagarosidade do dia é privilégio para poucos. Poucos mesmo! Ninguém mais para admirar um céu estrelado, observar uma bela paisagem, ou penas olhar aquela florzinha que nasceu em meio o asfalto da rua. Falo isso por mim mesma. Quem me conhece sabe, vivo a correr de um lado para o outro. Aproveitar um breve instante de pura observação do nada já é algo distante e raro.
Agente corre porque tem pressa, e pressa pra tudo. Nada mais pode esperar, estamos a mercê dos interesses do que nos coloca a correr, sem ao menos poder contestar, sob o risco de ser atropelado por alguém que esteja no meio da correria. Não há mais tanto tempo como antes nem mesmo para os amigos. Até eles correm.
Hoje parei para mexer na minha caixa de recordações. Cada cartão, foto, bilhetinho, barquinhos de papel, aviõeszinhos e desenhos, cada um com seu significado e pessoa especial. Cada um fruto de um momento único, uma recordação valiosa. Uma prova de que parar e reparar nas pequenas coisas faz um bem imenso. Está na hora de tentar parar de correr um pouco e ver a vida passar, afinal, correr demais cansa!

domingo, 21 de junho de 2009

Dialética hegeliana: Tese-antítese-síntese. Escrito assim parece bem fácil. Mas e quando uma tese passa por múltiplas antíteses chegando a variadas sínteses? Já não é mais tão fácil assim. Múltiplas possibilidades, múltiplos resultados... nem sempre todos desejados. Nem sempre a racionalidade ajuda. Nem sempre a emoção é o melhor caminho. Ir pela via do meio nem sempre é fácil como parece.
Essa tal via do meio que tanto ouço falar parece ser a saída para muitos, embora praticamente eu não tenha visto ninguém tenha conseguido seguir por ela. É o típico 'parece, mas não é'. Se vivemos num mundo onde a imparcialidade não existe, como existiria uma 'via do meio'? Tudo tem sua dose. Não se é um meio termo entre a responsabilidade e a irresponsabilidade, entre felicidade e infelicidade, entre o certo e o errado. Ou se é, ou apenas não é. Sem mais nem menos.
Retomo a dialética hegeliana. Tese-antítese-síntese. Bem, se temos uma tese e a contrapomos com uma antítese, chegaremos a uma síntese de idéias. Simples e prático. Guardarei essa simplicidade. A multiplicidade de variantes não é algo que eu queria pensar agora. Respostas prontas essa dialética não trás, mas ajuda a pensar. Pensar, fazer é outra história.
Pensar é um ato racional que muitas vezes vai pelo limiar da irracionalidade. Limite tênue. Use a racionalidade com moderação.

quarta-feira, 27 de maio de 2009

Caduquice ou maluquice?

Quando passa-se a ter crises de riso, pensar uma coisa e falar outra totalmente diferente, esquecer tudo, dançar no meio de uma peça e cantar no meio da rua... é maluquice ou caduquice?

domingo, 3 de maio de 2009

Deve ser bom ser uma aranha.

Admito, sou aracnofóbica, mas não sou nenhuma dessas pessoas desesperadas que foge da menor aranha possível. Deixo elas no canto delas e eu no meu.

Esses dias apareceu uma aranhazinha aqui em casa e decidi deixar a bichinha quietinha no canto dela. Quando não tenho mais o que fazer, fico observando ela, e cheguei a conclusão que é muito bom ser uma aranha.

Não importa o horário que eu passe por ela, ela sempre está imóvel. Não sai da teia por nada. Fica lá só na dela em paz e de boresta. Ela não precisa se cansar, tudo o que ela quer tem na teia dela. Até a cpmida vem à pequena teia dela. Falando em teia, apensar de ser meio capenguinha, parece ser bem confortável.
É, ela passa os dias alí: parada, relaxada, numa teia confortável, sem fazer nada pra ninguém, sem se estressar com nada nem com ninguiém, sem ser precionada nem interrogada. É bom ser uma aranha.

Deve ser bem chato ser uma aranha.

Admito, sou aracnofóbica, mas não sou nenhuma dessas pessoas desesperadas que foge da menor aranha possível. Deixo elas no canto delas e eu no meu.

Esses dias apareceu uma aranhazinha aqui em casa e decidi deixar a bichinha quietinha no canto dela. Quando não tenho mais o que fazer, fico observando ela, e cheguei a conclusão que é muito chato ser uma aranha.

Não importa o horário que eu passe por ela, ela sempre está imóvel. Não sai da teia por nada. Tudo a assusta. Ela não vive nada além da pequena e abandonada teia dela. Falando em teia, ela é uma aranha do tipo preguiçosa, pois já passou da hora de refazer sua teia [que está um lixo!].

É, ela passa os dias alí: parada, imóvel, numa teia decadente, sem fazer nada, sem viver nada. É muito chato ser uma aranha.

sábado, 2 de maio de 2009

Os 20 anos.

Como disse um amigo meu, mudei de casa decimal, merecendo até um trote! Não tomei trote [ainda], mas a mudança de casa decimal já foi ontem.

Sempre achei, desde criança, 20 anos idade de gente velha. [sim, sim, sim... vocês com mais de 20 são todos uns velhos!]


sábado, 25 de abril de 2009

Uma semana: tempo suficiente pra coisas inesperadas acontecerem, dúvidas sugirem, decisões serem tomadas, amigos magoados e reflexões serem iniciadas.

E eu que achava que uma semana não dava pra nada!

quinta-feira, 23 de abril de 2009

Um belo fds na praia...


Pois todo feriado na praia já começa com o descanso merecido!

sábado, 18 de abril de 2009

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Estou meio Brás Cubas hoje.

sexta-feira, 10 de abril de 2009

Revolucionários?

Sempre achei que uma boa revolução leva à algum lugar, mas ultimamente não tenho visto nenhuma boa revolução, apenas boas intenções. Na faculdade gerou-se uma grande problemática por causa de uma sala de aula [a sala parece uma senzala, mas é estudável]. Discussões, reivindicações, muito barulho... mas no lugar errado. Mas, mesmo que a sala fosse um enorme problema, temos outros maiores [como falta de professores] que parecem afligir menos minha turma.
Agora, com o problema da sala, a turma lembrou que o campus ainda não está pronto e decidiu reclamar e fazer valer sua voz. Ano passado houveram várias audiências sobre o campus, e em praticamente nenhuma eles foram. Do nada bateu uma vontade de reivincar neles... e reivindicar sozinhos, pois não buscam outras pessoas que possam se interessar pela luta do campus.
Na outra faculdade o problema é justamente o oposto: ninguém quer fazer nada. Reclamam entre de terem que ser obrigados a estudar matérias on-line e teletransmitidas, mas nada fazem. Em outros campi da universidade os alunos falam, protestam, invadem salas... mas alí todos estão muito bem acomodados com suas visões limitadas de filhinhos de papai que moram na cidade grande.
Onde será que a vontade de lutar verdadeiramente dessas pessoas foi parar. Só se busca alguma coisa quando essa coisa nos incomoda muito ou por capricho , isso quando se luta? Isso é revoltante. Me revolto com a revolta mal direcionada e mal organizada dessas pessoas, sem objetivos explícitos e sem diálogo. Mas, sou apenas uma, minha voz não consegue fazer barulho em meio a tantos que querem ver apenas o que lhes interessa...

sábado, 21 de março de 2009

Realidade.


sábado, 14 de março de 2009

Um blog.

Nada pra se fazer, uma idéia ou revolta em mente e um pc. Obviamente que isto resulta num blog para muitas pessoas. Sempre quis ter um blog, mas nunca tinha coragem de fazer um até o dia em que um dos meus muitos [2] leitores, Leandro, me incentivou a começar isso aqui por onde as vezes eu apareço pra escrever algo que preste [ou não].
Muitas vezes passo por outros blogs: poesias, diários, revoltas, palhaçadas, informativos... e assim vai. Daí as vezes paro pra pensar no que faz com que uma pessoa tenha um blog. Na maioria das vezes noto que é uma necessidade de se expressar [jura?! dãaaa] que muitas vezes a pessoa não tem em seu dia-a-dia, outras vezes em busca de quem pense igual, ou apenas pra dizer o que quer. No meu, por exemplo, coloco nos momentos de ócio [ou não] algumas coisas que penso, ou paro pra ler um daqueles que está na listinha aí ao lado. Neste momento mesmo, estou escrevendo um texto inútil, que alguém perderá seu tempo lendo, pois não tenho [na verdade estou fingindo que não tenho] nada melhor pra fazer.
Ter um blog na verdade é uma terapia, é revigorante [ou angustiante, depende do seu ponto de vista] mesmo que quase ninguém leia o que você escreveu. Um blog também pode te ensinar muitas coisas diferentes para as pessoas, desde coisas brilhantes até algumas putarias[o meu me ensinou que não sei escrever. Estou tendo uma aula pra isso na faculdade, pois parece que não fiz um bom trabalho na escola primária! haha].
Bem, vou parando por aqui, pois você já deve estar se interrogando sobre o por quê de estar lendo isso, que não passa de um devaneio de um momento de ócio de mais uma jovem deste mundo insano. See you, honey.

sábado, 7 de março de 2009

Inteligências múltiplas

Howard Gardner foi a pessoa que desenvolveu a Teoria das Inteligências Múltiplas que diz que as pessoas desenvolvem uma inteligência para cada coisa, tendo elas mais facilidade naquilo. Mas isso não vai determinar nem limitar a inteligência da pessoa, que terá que se esforçar muito mais pra adquirir um pouco das outras inteligências. Convenhamos que poucas pessoas fazem isso.
Sempre acreditei nisso, agora mais que nunca. Coisa fácil de perceber na faculdade é que tudo o que envolve regras [como a gramática (especialmente de outros idiomas, já que enquanto falante nativa de português sei me virar)] não me interessa ou eu tenho muita dificuldade em aprender, e em coisas onde eu precise dar uma opinião sobre ou que eu tenha que construir uma explicação/ entender um processo [tudo relacionado as ciências humanas] tenho bem mais facilidade. (Pena que só descobri isso no 5° período de Letras! Agora é correr atrás. rsrs)

quinta-feira, 5 de março de 2009

Estudar? Pra quê?!

Lá no longínquo ano de 2007 fiz minha matrícula no meu primeiro curso superior. Pelo que me constava era um curso totalmente presencial, nada contra os cursos não-presenciais, mas eu não consigo estudar assim. Agora, bem no fim do curso a universidade me obriga a fazer uma disciplina on-line e uma teletransmitida. Não bastasse isso uma das disciplinas foi banalizada ao ser transformada em on-line, e a teletransmitida é totalmente desnecessária, pra não dizer que ela não tem nada a ver, no meu curso.
Sinceramente não entendo a universidade. Eu deveria estar adquirindo conhecimentos de suma importância para a minha profissão e para o meu curso, mas fico a mercê das vontades deles. A preocupação das instituições de ensino superior privadas é com o dinheiro da mensalidade muitas vezes, e o aluno que se F$%@. Certo? Nunca. Mas é a realidade. No momento em que se investir mais na formação do aluno enquanto profissional, dando a ele o apoio adequado, a coisa vai passar a ser bem melhor.
Mas, pelo visto, as coisas ainda continuaram assim por um boooom tempo. Aí que vêm aquela velha música de Gabriel, O Pensador na minha cabeça: "Eu aqui pra quê? Será que é pra aprender?".

terça-feira, 3 de março de 2009

Não me assaltem, sou pobre!

Das duas uma: ou eu sou imbecil (o que é bem provável) ou me acham com cara de rica. Hoje foi a segunda vez que fui assaltada nos arredores da Central, bem em frente ao campo de Santana. Como já havia sido assaltada em novembro passei a andar com um celular velho na mochila, e foi este que foi levado hoje [e é claro que depois saí de lá o mais rápido possível para não me dar mal quando o cara visse que o celular estava quebrado]. Haviam 2 guardas municipais na esquina do campo conversando, e de nada adiantou eles lá.
Desde que fui estudar lá no Rio ouço as pessoas falando que a baixada é muito perigosa, mas é a cidade que oferece mais perigos. A prefeitura do Rio diz estar fazendo um choque de ordem, mas a única coisa que vi esse choque de ordem fazer é atrapalhar alguns camelôs que tem suas barraquinhas como sustento de suas casas. Não me parece muito justo, enquanto isso a criminalidade continua na mesma.
O que fazer? Rezar! Pra não ser assaltada de novo, e pro carinha que me assaltou não me encontrar pra reclamar o celular quebrado que eu dei a ele!

quarta-feira, 18 de fevereiro de 2009

Gravidez no auge da moda.

No meu último ano de Normal haviam 3 meninas grávidas na sala e uma que havia tido seu filho no ano anterior. Na minha turma a aluna mais velha devia ter por volta de uns 18 anos. Ontem reencontrei uma das minhas ex-colegas de classe e em nossa breve conversa ela informa: "Sabe da Fulana? Teve um lindo bebê. A Beltrana ta grávida. Ah, a Cicrana e a Fulaninha também estão."
Realmente está tento um baby-boom entre as pessoas que conheço. Só entre as que cresceram comigo e algumas que estudaram e ainda sei que existo posso contar mais de 10 que já tiveram seus filhos ou estão grávidas. Todas tendo seus filhos antes dos 21. Destas, 1 ou 2 se casou antes dos 18.
Definitivamente está na moda engravidar. Quem não conhece uma menina que engravidou antes dos 20? E destas, quantas não conhecemos que deixam seus bebês esquecidos com alguém pra se divertir.
Acho que todos já cansaram de ouvir sobre o assunto... [embora pra alguns nunca seja o suficiente].


Ces't la vie no século XIX, onde todos são mais evoluídos.

domingo, 15 de fevereiro de 2009

Less you know, happier you are

Incrível como depois que minhas aulas voltaram tenho postado mais aqui. Deve ser algum meio de fuga dos textos que tenho que ler e que posso ler depois [pois me sobra tempo], e nunca leio. Quero ver até onde essa vida mansa vai! rsrs

Bom, mas não fui disso que vim falar desta vez, foi sobre uma das frases da aula de Literatura Inglesa de hoje. Estávamos lendo o poema "The Seaferer" e em uma das linhas do poema o velho marinheiro diz que quanto menos se sabe mais feliz se é; e até que eu concordo algumas vezes. Deveras, quando se sabe mais você sempre quer mais; sempre busca explicação para tudo; nunca está satisfeito. Quando se sabe muito, aquela simplicidade das coisas passa desapercebida. A beleza das coisas passa a ser mais difícil de ser encontrada.

De uma coisa sei: se for assim mesmo, estou ferrada. Fazendo duas faculdades e pensando as pós graduações, logo logo estarei com depressão, síndrome do pânico, mania de perseguição... e assim vai!
hahahah

quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009

Torcidas DESorganizadas

Não é segredo que já não torço mais por nenhum time de futebol. Depois de hoje não torço mais nem pra seleção.
Sem saber que hoje era dia de jogo, peguei o trem. Fui num vagão longe do que estava os torcedores de uma torcida organizada do Vasco. Levei um susto quando na estação seguinte todos foram para o vagão onde eu estava. Eles andavam de um lado pro outro xingando, gritando, e um até com um parafuso da linha férrea de quase 30 cm na mão. Pensei até em descer em Nova Iguaçu, por medo deles, mas por sorte não o fiz. Lá haviam torcedores de outra torcida do Vasco e lá tiveram uma briga. Foram socos, chutes, pedradas... Se não fosse a senhora do meu lado de protegendo, eu teria sido acertada.

Agora eu pergunto: Onde isso é torcida organizada?!
Torcer pelo seu time é normal. Piadinhas com o adversário também. Mas rixa entre torcedores do mesmo time é muita idiotice.
Ainda não achei a graça em se brigar por um time, ainda mais contra pessoas do seu próprio time.
Diversão deixou de ser diversão e virou guerra... Mas, o que poderia se esperar num mundo onde a irracionalidade comanda?

domingo, 8 de fevereiro de 2009

Acabar com o problema na educação no nosso estado [como falta de professores e verba] é muito fácil: Municipalização das escolas. Assim qualquer um pode ser governador. Atola-se o município e alivia o estado.

Nas próximas eleições serei candidata! rs

sábado, 7 de fevereiro de 2009

Tempos modernos.

Como vida de universitário não é só maravilhas, minhas aulas na Estácio já voltaram. Uma longa semana de acordar de madrugada [literalmente] pra estudar. Primeira semana de aula é aquela coisa conversinha com alguns professores, outros já começando com a matéria...



Foi numa destas conversas com os professores que ouvi minha professora de Inglês falar o quanto o Rio está perigoso, que está mais perigoso que a baixada, que os arredores do Campus são um perigo só e que ela ficou maravilhada ao passar pelo Campo de Santana outro dia e ver um vendedor de sombrinhas devolver a carteira de um velhinho que havia caído no chão, enquanto ela andava agarrada com sua bolsa.


E ela continuava dizendo como aquele homem simples e que precisa de dinheiro teve uma atitude tão bacana e rara, realmente admirada.


É... a que ponto tudo isso chegou. Já estamos a nos surpreender com simples atitudes de cortesia. Bom, este é o mundo onde gato come cão, BBB é legal e funk impera.


sexta-feira, 6 de fevereiro de 2009

Correntinha.


Bom, não sou de passar correntes, mas abro uma exceção pra esta.

Consiste em pegar a quarta foto da quarta pasta de fotos do seu pc e postar. Como sou uma pessoa extremamente organizada [cof,cof] tenho muitas quartas pastas e muitas quartas fotos, mas, de todas essas quartas fotos apenas essa me agradou.

Essa foto é de 10 de junho de 2008, e foi tirada no outro campus da Estácio que eu estudava. Fim de período; uma futura advogada, um futuro matemático, e uma estudante de letras [quem faz letras é o que?!] a toa na quadra; umas fotos... Daí essa foto saiu. Esses dois pés 'xexelentos' são o meu e o do Thales.

O legal desta foto pra mim é que eu estava num momento de despedida de lá, e era uma época em que eu e o pessoal aproveitávamos cada minuto por alí. E isso me lembra que estou devendo uma visita... rs

Então, sem mais delongas, passo a corrente para:
[e fico devendo a quarta pessoa! =P ]

domingo, 1 de fevereiro de 2009

janela do ônibus.

Via-se apenas o azul com roxo do céu onde a chuva caia. Num repente um cantinho meio alaranjado apareceu e em pouco tempo um lado inteiro do ônibus tinha como vista um lindo céu com tons de laranja, rosa e ouro, enquanto o outro permanecia em seu azul e tons de roxo e cinza. Numa distração com a beleza do lado iluminado, no lado acinzentado a cor aparece com um semi arco-íris. Num segundo momento de distração acaba-se a luz e a cor, tudo voltava ao azul em tons de roxo e cinza...

sábado, 31 de janeiro de 2009

"Tudo na vida tem um fim. Mas na vida cada final é um novo começo"

Tirei isso do filme Uptown Girls, e cai bem agora pra um começo de ano.
Free Interpretation.

quinta-feira, 1 de janeiro de 2009