Revolucionários?

Sempre achei que uma boa revolução leva à algum lugar, mas ultimamente não tenho visto nenhuma boa revolução, apenas boas intenções. Na faculdade gerou-se uma grande problemática por causa de uma sala de aula [a sala parece uma senzala, mas é estudável]. Discussões, reivindicações, muito barulho... mas no lugar errado. Mas, mesmo que a sala fosse um enorme problema, temos outros maiores [como falta de professores] que parecem afligir menos minha turma.
Agora, com o problema da sala, a turma lembrou que o campus ainda não está pronto e decidiu reclamar e fazer valer sua voz. Ano passado houveram várias audiências sobre o campus, e em praticamente nenhuma eles foram. Do nada bateu uma vontade de reivincar neles... e reivindicar sozinhos, pois não buscam outras pessoas que possam se interessar pela luta do campus.
Na outra faculdade o problema é justamente o oposto: ninguém quer fazer nada. Reclamam entre de terem que ser obrigados a estudar matérias on-line e teletransmitidas, mas nada fazem. Em outros campi da universidade os alunos falam, protestam, invadem salas... mas alí todos estão muito bem acomodados com suas visões limitadas de filhinhos de papai que moram na cidade grande.
Onde será que a vontade de lutar verdadeiramente dessas pessoas foi parar. Só se busca alguma coisa quando essa coisa nos incomoda muito ou por capricho , isso quando se luta? Isso é revoltante. Me revolto com a revolta mal direcionada e mal organizada dessas pessoas, sem objetivos explícitos e sem diálogo. Mas, sou apenas uma, minha voz não consegue fazer barulho em meio a tantos que querem ver apenas o que lhes interessa...

sábado, 21 de março de 2009

Realidade.


sábado, 14 de março de 2009

Um blog.

Nada pra se fazer, uma idéia ou revolta em mente e um pc. Obviamente que isto resulta num blog para muitas pessoas. Sempre quis ter um blog, mas nunca tinha coragem de fazer um até o dia em que um dos meus muitos [2] leitores, Leandro, me incentivou a começar isso aqui por onde as vezes eu apareço pra escrever algo que preste [ou não].
Muitas vezes passo por outros blogs: poesias, diários, revoltas, palhaçadas, informativos... e assim vai. Daí as vezes paro pra pensar no que faz com que uma pessoa tenha um blog. Na maioria das vezes noto que é uma necessidade de se expressar [jura?! dãaaa] que muitas vezes a pessoa não tem em seu dia-a-dia, outras vezes em busca de quem pense igual, ou apenas pra dizer o que quer. No meu, por exemplo, coloco nos momentos de ócio [ou não] algumas coisas que penso, ou paro pra ler um daqueles que está na listinha aí ao lado. Neste momento mesmo, estou escrevendo um texto inútil, que alguém perderá seu tempo lendo, pois não tenho [na verdade estou fingindo que não tenho] nada melhor pra fazer.
Ter um blog na verdade é uma terapia, é revigorante [ou angustiante, depende do seu ponto de vista] mesmo que quase ninguém leia o que você escreveu. Um blog também pode te ensinar muitas coisas diferentes para as pessoas, desde coisas brilhantes até algumas putarias[o meu me ensinou que não sei escrever. Estou tendo uma aula pra isso na faculdade, pois parece que não fiz um bom trabalho na escola primária! haha].
Bem, vou parando por aqui, pois você já deve estar se interrogando sobre o por quê de estar lendo isso, que não passa de um devaneio de um momento de ócio de mais uma jovem deste mundo insano. See you, honey.

sábado, 7 de março de 2009

Inteligências múltiplas

Howard Gardner foi a pessoa que desenvolveu a Teoria das Inteligências Múltiplas que diz que as pessoas desenvolvem uma inteligência para cada coisa, tendo elas mais facilidade naquilo. Mas isso não vai determinar nem limitar a inteligência da pessoa, que terá que se esforçar muito mais pra adquirir um pouco das outras inteligências. Convenhamos que poucas pessoas fazem isso.
Sempre acreditei nisso, agora mais que nunca. Coisa fácil de perceber na faculdade é que tudo o que envolve regras [como a gramática (especialmente de outros idiomas, já que enquanto falante nativa de português sei me virar)] não me interessa ou eu tenho muita dificuldade em aprender, e em coisas onde eu precise dar uma opinião sobre ou que eu tenha que construir uma explicação/ entender um processo [tudo relacionado as ciências humanas] tenho bem mais facilidade. (Pena que só descobri isso no 5° período de Letras! Agora é correr atrás. rsrs)

quinta-feira, 5 de março de 2009

Estudar? Pra quê?!

Lá no longínquo ano de 2007 fiz minha matrícula no meu primeiro curso superior. Pelo que me constava era um curso totalmente presencial, nada contra os cursos não-presenciais, mas eu não consigo estudar assim. Agora, bem no fim do curso a universidade me obriga a fazer uma disciplina on-line e uma teletransmitida. Não bastasse isso uma das disciplinas foi banalizada ao ser transformada em on-line, e a teletransmitida é totalmente desnecessária, pra não dizer que ela não tem nada a ver, no meu curso.
Sinceramente não entendo a universidade. Eu deveria estar adquirindo conhecimentos de suma importância para a minha profissão e para o meu curso, mas fico a mercê das vontades deles. A preocupação das instituições de ensino superior privadas é com o dinheiro da mensalidade muitas vezes, e o aluno que se F$%@. Certo? Nunca. Mas é a realidade. No momento em que se investir mais na formação do aluno enquanto profissional, dando a ele o apoio adequado, a coisa vai passar a ser bem melhor.
Mas, pelo visto, as coisas ainda continuaram assim por um boooom tempo. Aí que vêm aquela velha música de Gabriel, O Pensador na minha cabeça: "Eu aqui pra quê? Será que é pra aprender?".

terça-feira, 3 de março de 2009