Dialética hegeliana: Tese-antítese-síntese. Escrito assim parece bem fácil. Mas e quando uma tese passa por múltiplas antíteses chegando a variadas sínteses? Já não é mais tão fácil assim. Múltiplas possibilidades, múltiplos resultados... nem sempre todos desejados. Nem sempre a racionalidade ajuda. Nem sempre a emoção é o melhor caminho. Ir pela via do meio nem sempre é fácil como parece.
Essa tal via do meio que tanto ouço falar parece ser a saída para muitos, embora praticamente eu não tenha visto ninguém tenha conseguido seguir por ela. É o típico 'parece, mas não é'. Se vivemos num mundo onde a imparcialidade não existe, como existiria uma 'via do meio'? Tudo tem sua dose. Não se é um meio termo entre a responsabilidade e a irresponsabilidade, entre felicidade e infelicidade, entre o certo e o errado. Ou se é, ou apenas não é. Sem mais nem menos.
Retomo a dialética hegeliana. Tese-antítese-síntese. Bem, se temos uma tese e a contrapomos com uma antítese, chegaremos a uma síntese de idéias. Simples e prático. Guardarei essa simplicidade. A multiplicidade de variantes não é algo que eu queria pensar agora. Respostas prontas essa dialética não trás, mas ajuda a pensar. Pensar, fazer é outra história.
Pensar é um ato racional que muitas vezes vai pelo limiar da irracionalidade. Limite tênue. Use a racionalidade com moderação.

quarta-feira, 27 de maio de 2009

Caduquice ou maluquice?

Quando passa-se a ter crises de riso, pensar uma coisa e falar outra totalmente diferente, esquecer tudo, dançar no meio de uma peça e cantar no meio da rua... é maluquice ou caduquice?

domingo, 3 de maio de 2009

Deve ser bom ser uma aranha.

Admito, sou aracnofóbica, mas não sou nenhuma dessas pessoas desesperadas que foge da menor aranha possível. Deixo elas no canto delas e eu no meu.

Esses dias apareceu uma aranhazinha aqui em casa e decidi deixar a bichinha quietinha no canto dela. Quando não tenho mais o que fazer, fico observando ela, e cheguei a conclusão que é muito bom ser uma aranha.

Não importa o horário que eu passe por ela, ela sempre está imóvel. Não sai da teia por nada. Fica lá só na dela em paz e de boresta. Ela não precisa se cansar, tudo o que ela quer tem na teia dela. Até a cpmida vem à pequena teia dela. Falando em teia, apensar de ser meio capenguinha, parece ser bem confortável.
É, ela passa os dias alí: parada, relaxada, numa teia confortável, sem fazer nada pra ninguém, sem se estressar com nada nem com ninguiém, sem ser precionada nem interrogada. É bom ser uma aranha.

Deve ser bem chato ser uma aranha.

Admito, sou aracnofóbica, mas não sou nenhuma dessas pessoas desesperadas que foge da menor aranha possível. Deixo elas no canto delas e eu no meu.

Esses dias apareceu uma aranhazinha aqui em casa e decidi deixar a bichinha quietinha no canto dela. Quando não tenho mais o que fazer, fico observando ela, e cheguei a conclusão que é muito chato ser uma aranha.

Não importa o horário que eu passe por ela, ela sempre está imóvel. Não sai da teia por nada. Tudo a assusta. Ela não vive nada além da pequena e abandonada teia dela. Falando em teia, ela é uma aranha do tipo preguiçosa, pois já passou da hora de refazer sua teia [que está um lixo!].

É, ela passa os dias alí: parada, imóvel, numa teia decadente, sem fazer nada, sem viver nada. É muito chato ser uma aranha.

sábado, 2 de maio de 2009